Já está ficando chato. Segundas com um sol lindo, quartas à noite com chuva forte, quintas com sol lindo, finais de semana com nuvens e chuva. Nada contra as forças da natureza, ou as necessidades pluviométricas do planeta. Mas agradeceria se pudesse aproveitar em paz minha sexta à noite, meu sábado e meu domingo à tarde.
(a prova do meu desespero é esse ser um dos sites mais visitados por mim, aqui no trabalho)
***
Audiolivro, não! Livro e áudio.
A experiência da leitura sempre me divertiu pacas. Só que meu negócio é estar esparramado na cama com o na papel na mão e música tocando na vitrola (ou no MP3, agora que tenho um bonitinho e carregadão). Nunca fui adepto de monitores, tablets, etc. Até isso.
E aí, quem vai me dar um desses de presente?
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Tudoaomesmotempodaquiapouco
O que você está fazendo agora? Sim, lendo a Ponte. Mas por que agora? Não teria algum trabalho importante, urgente ou atrasado por fazer? Ainda que sim, com certeza você vai chegar até o final do texto.
E sei disso porque todos fazemos a mesma coisa: procrastinar. Uma arte que, geralmente, pende para o mal. Porque poderia render como ócio criativo, mas normalmente cai na vagabundagem. Como fala nesse texto. Excelente, diga-se de passagem.
"...the person who makes plans and the person who fails to carry them out are not really the same person: they’re different parts of what the game theorist Thomas Schelling called “the divided self.” Schelling proposes that we think of ourselves not as unified selves but as different beings, jostling, contending, and bargaining for control."
Essa é apenas uma das teorias levantadas no artigo. Grande, mas que vale a pena ser lido. A não ser que você deixe pra daqui a pouco, logo depois de ver os melhores momentos de Sunderland x Queens Park Rangers - ou saber como vai a recuperação do Gianecchini, se for menina.
Qual o sentido disso tudo? Dar uma luz a quem, em maior ou menor escala, tem o mesmo problema que eu (apesar de estar melhorando consideravelmente), e garantir meu presente de Natal. Até porque, um livro a mais ou a menos na minha eterna fila de leituras procrastinadas...
(ps: sem querer desmentir tudo o que disse, foi agindo assim que encontrei o texto - linkado nesse, sobre os distúrbios em Londres)
E sei disso porque todos fazemos a mesma coisa: procrastinar. Uma arte que, geralmente, pende para o mal. Porque poderia render como ócio criativo, mas normalmente cai na vagabundagem. Como fala nesse texto. Excelente, diga-se de passagem.
"...the person who makes plans and the person who fails to carry them out are not really the same person: they’re different parts of what the game theorist Thomas Schelling called “the divided self.” Schelling proposes that we think of ourselves not as unified selves but as different beings, jostling, contending, and bargaining for control."
Essa é apenas uma das teorias levantadas no artigo. Grande, mas que vale a pena ser lido. A não ser que você deixe pra daqui a pouco, logo depois de ver os melhores momentos de Sunderland x Queens Park Rangers - ou saber como vai a recuperação do Gianecchini, se for menina.
Qual o sentido disso tudo? Dar uma luz a quem, em maior ou menor escala, tem o mesmo problema que eu (apesar de estar melhorando consideravelmente), e garantir meu presente de Natal. Até porque, um livro a mais ou a menos na minha eterna fila de leituras procrastinadas...
(ps: sem querer desmentir tudo o que disse, foi agindo assim que encontrei o texto - linkado nesse, sobre os distúrbios em Londres)
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sábado, 13 de agosto de 2011
Um amigo poderoso
No tempo de Deus OFICIAL (em caixa alta; talvez existam vários tempo de Deus piratas) quer ser meu amigo no Orkut. Tudo bem que Deus é eterno, Jesus nasceu tem mais de 2000 anos, mas Orkut é muito ultrapassado, né? Se ainda fosse no Facebook, ou se me adicionasse no Google +, eu aceitaria. E teria um amigo quase tão poderoso quanto ele.
Silêncio! Eu não sou poderoso. Sou onipotente.
Coincidentemente, essa notícia prova o esforço da igreja católica em se modernizar. Não no conteúdo, mas na forma. Acho engraçado ver quem até pouco tempo atrás queimava livros e ainda hoje se manifesta contra o uso da camisinha divulgar suas idéias na rede mundial de computadores, que corrompe jovens e destrói famílias.
E já que é pra se modernizar, sou a favor de um Transparência Brasil para os padres. Fica a dica, seu papa!
"Juventude se abraça". Mas só os héteros e, de preferência, arianos.
***
O maior campo de refugiados do mundo completou 20 anos. Não acho que seja motivo pra cantar parabéns, ou mandar bolo de chocolate e duas garrafas de guaraná pra lá. A questão é: por que ele não acaba?
Quem quiser saber que clique no link e leia a reportagem. Mas nunca é demais deixar claro que sou contra a política de ajuda humanitária eterna. Claro que ações como construção de campo de refugiados são necessárias, mas a cultura de dar dinheiro a países miseráveis e/ou abalados por guerras civis, catástrofes, etc acaba estagnando iniciativas internas de andar com as próprias pernas. Fora a corrupção enorme que leva boa parte da grana destinada ao povo.
Quando o Alan vier aqui, espero que coloque o link pra uma matéria que lemos há um tempo e fala sobre esse ponto de vista. Contribuindo pro meu argumento, deixo Robertsport e a descoberta do seu potencial turístico através do surfe. Convenhamos, muito mais digno e duradouro do que 50 milhões de dólares por ano na mão de grupos rebeldes que querem derrubar o governo que já foi (ainda é?) um grupo rebelde.
***
E pra não começar o final de semana falando de tragédias, deixo uma dica de leitura naquele modo "não li mas só pode ser excelente": a autobiografia do menino maluquinho Dalí, o seu Salvador.
No mínimo, porque um livro que tem "o segredo do bigode pontiagudo do pintor" merece ser valorizado.
Silêncio! Eu não sou poderoso. Sou onipotente.
Coincidentemente, essa notícia prova o esforço da igreja católica em se modernizar. Não no conteúdo, mas na forma. Acho engraçado ver quem até pouco tempo atrás queimava livros e ainda hoje se manifesta contra o uso da camisinha divulgar suas idéias na rede mundial de computadores, que corrompe jovens e destrói famílias.
E já que é pra se modernizar, sou a favor de um Transparência Brasil para os padres. Fica a dica, seu papa!
"Juventude se abraça". Mas só os héteros e, de preferência, arianos.
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O maior campo de refugiados do mundo completou 20 anos. Não acho que seja motivo pra cantar parabéns, ou mandar bolo de chocolate e duas garrafas de guaraná pra lá. A questão é: por que ele não acaba?
Quem quiser saber que clique no link e leia a reportagem. Mas nunca é demais deixar claro que sou contra a política de ajuda humanitária eterna. Claro que ações como construção de campo de refugiados são necessárias, mas a cultura de dar dinheiro a países miseráveis e/ou abalados por guerras civis, catástrofes, etc acaba estagnando iniciativas internas de andar com as próprias pernas. Fora a corrupção enorme que leva boa parte da grana destinada ao povo.
Quando o Alan vier aqui, espero que coloque o link pra uma matéria que lemos há um tempo e fala sobre esse ponto de vista. Contribuindo pro meu argumento, deixo Robertsport e a descoberta do seu potencial turístico através do surfe. Convenhamos, muito mais digno e duradouro do que 50 milhões de dólares por ano na mão de grupos rebeldes que querem derrubar o governo que já foi (ainda é?) um grupo rebelde.
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E pra não começar o final de semana falando de tragédias, deixo uma dica de leitura naquele modo "não li mas só pode ser excelente": a autobiografia do menino maluquinho Dalí, o seu Salvador.
No mínimo, porque um livro que tem "o segredo do bigode pontiagudo do pintor" merece ser valorizado.
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Guaman Poma de Ayala
"Nova crônica e bom governo é o livro mais comovedor e violento da história da literatura peruana. Finalizado em 1615 pelo cronista índio Guaman Poma de Ayala, permaneceu ignorado durante três séculos, até que em 1908 foi descoberto pelo bibliotecário alemão Richard A. Pietschmann na Biblioteca Real de Copenhagen. Desde então, é cada vez maior o reconhecimento do seu extraordinário valor como a fonte mais importante para conhecer a vida do povo andino, desde o amanhecer da sua civilização até o primeiro século da conquista espanhola."
(versão brasileira: eu mesmo)
Tinha escrito um monte de coisas mas, sinceramente, depois dessa descrição não é preciso dizer mais nada. Fica a dica para quem quiser procurar na internet (para os mais preguiçosos, aqui), já que não empresto o meu pra ninguém no universo - tirando o Alan, claro.
Ah, de leitura relacionada vai uma dica: "A conquista do México", de Hernán Cortez. Qualquer livraria vende a versão de bolso. E ele vale a pena para todos que se interessem por aquele globo que engloba também o próprio umbigo. Cultura (e reflexão) nunca é demais.
***
Comprometimento. A gente (não) vê por aqui.
Dependendo do assunto, manter uma rotina pode ser chato ou divertido. Mas normalmente é necessário. Se falamos de geração de conteúdo, ainda mais. Afinal, é isso que agrega valor ao seu trabalho e ao hipotético conhecimento sobre determinado assunto. Que, no meu caso, é escrever.
Assim, estou de volta mais uma vez. Mas acredito que a mudança de sentido da Ponte - e da minha cabeça - ajude a manter uma regularidade. A conferir.
(versão brasileira: eu mesmo)
Tinha escrito um monte de coisas mas, sinceramente, depois dessa descrição não é preciso dizer mais nada. Fica a dica para quem quiser procurar na internet (para os mais preguiçosos, aqui), já que não empresto o meu pra ninguém no universo - tirando o Alan, claro.
Ah, de leitura relacionada vai uma dica: "A conquista do México", de Hernán Cortez. Qualquer livraria vende a versão de bolso. E ele vale a pena para todos que se interessem por aquele globo que engloba também o próprio umbigo. Cultura (e reflexão) nunca é demais.
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Comprometimento. A gente (não) vê por aqui.
Dependendo do assunto, manter uma rotina pode ser chato ou divertido. Mas normalmente é necessário. Se falamos de geração de conteúdo, ainda mais. Afinal, é isso que agrega valor ao seu trabalho e ao hipotético conhecimento sobre determinado assunto. Que, no meu caso, é escrever.
Assim, estou de volta mais uma vez. Mas acredito que a mudança de sentido da Ponte - e da minha cabeça - ajude a manter uma regularidade. A conferir.
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