Como não estava nem um pouco preocupado com o Vice da Gama pegando o todo-poderoso Mengão na final da Taça Rio, comecei a pensar em como seria se eu tivesse um time de futebol. Natural, já que sou brasileiro e, como todo brasileiro, sou um potencial técnico de clube, seleção ou combinado formado para a despedida de qualquer gordinho famoso.
Aproveitando a miscigenação tupiniquim e o constante processo migratório, tive uma idéia. E se formasse uma equipe só com gentílicos?
Sem nenhum compromisso com posição ou mesmo com a verdade, minha escalação seria essa:
Alex Maranhão
Bruno Mineiro
Marquinhos Capixaba
Júnior Baiano
Dudu Cearense
Marquinhos Paraná
Juninho Pernambucano
Marcelinho Carioca
Renato Gaúcho
Marcelinho Paraíba
Wellington Paulista
"Ai, Alexandre, Paraíba e Paraná não são gentílicos, Maranhão também não, mimimi...". Se você não entendeu a idéia, pegue a Transjegue. A questão aqui é ter jogador de todos os Estados. O que seria uma façanha, já que o Acre não existe.
Promovendo a integração assim, falta muito pouco pra eu virar presidente pra logo depois me tornar ditador.
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quarta-feira, 4 de maio de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Como dois animais
Eu não gosto de MMA, vale-tudo etc. Acho mongolóide entrar num ringue pra encarar um bombadão que vai bater em você caído, de preferência até que apague. São animais no cio lutando pelo controle de um território octogonal gradeado, ou por uma fêmea que não existe. Pra mim, arte marcial misturada é coisa de moleque que briga em saída de boate.
Mas ontem fui ver dois grandes amigos e eles curtem isso. Como era dia de UFC 2983 ou outro número menor, abrimos uns bons vinhos (porque somos civilizados demás) e fiquei fazendo piadas escrotas enquanto eles se divertiam com juízes patolando lutadores e marmanjos arranhando outros com a barba.
Mas a experiência psicossocioantropológica me ajudou a chegar numa conclusão: o cara que resolve ganhar a vida tomando bomba, usando shortinho da Bad Boy atochado e sendo estrangulado na frente de milhares de pessoas tem mais é que apanhar mesmo.
E, se um dia eu encontrar um desses cretinos na rua, dou logo um pescotapa pra ficar esperto.
Pescotapa, não. Faço que nem o Zangief mirim e dou logo um pilão pro cara ficar esperto.
***
Se fosse Twitter, eu lançaria uma hashtag "ficaadica". O que seria escroto, já que ninguém pediu minha opinião. Mas, se for pra parecer um animal, tio Alceu já mandou a real.
Pra deixar em pedaços o meu coração e meus nervos de aço no chão, que seja assim.
Mas ontem fui ver dois grandes amigos e eles curtem isso. Como era dia de UFC 2983 ou outro número menor, abrimos uns bons vinhos (porque somos civilizados demás) e fiquei fazendo piadas escrotas enquanto eles se divertiam com juízes patolando lutadores e marmanjos arranhando outros com a barba.
Mas a experiência psicossocioantropológica me ajudou a chegar numa conclusão: o cara que resolve ganhar a vida tomando bomba, usando shortinho da Bad Boy atochado e sendo estrangulado na frente de milhares de pessoas tem mais é que apanhar mesmo.
E, se um dia eu encontrar um desses cretinos na rua, dou logo um pescotapa pra ficar esperto.
Pescotapa, não. Faço que nem o Zangief mirim e dou logo um pilão pro cara ficar esperto.
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Se fosse Twitter, eu lançaria uma hashtag "ficaadica". O que seria escroto, já que ninguém pediu minha opinião. Mas, se for pra parecer um animal, tio Alceu já mandou a real.
Pra deixar em pedaços o meu coração e meus nervos de aço no chão, que seja assim.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Pescado no Twitter
Champions aren't made in gyms. Champions are made from something they have deep inside them. A desire, a dream, a vision. Muhammad Ali
Voltamos à programação normal.
Voltamos à programação normal.
domingo, 4 de julho de 2010
Sepakta quê?
Se alguém puder me explicar como pessoas que jogam um esporte que mistura futivôlei, balé e caratê não vai bem no futebol, por favor deixe um comentário e esclareça minha limitada mente.
Pra ajudar (ou não), deixo uma amostra de como funciona o negócio:
ชาย, บ้า!
Pra ajudar (ou não), deixo uma amostra de como funciona o negócio:
ชาย, บ้า!
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