Primeiro, leiam essa notícia.
Leram? Então já entenderam onde quero chegar. Em todo caso, falo mesmo assim.
Como pode um país com tantos problemas graves se dar ao luxo de passar todo esse tempo, e mobilizando todas essas pessoas, para julgar a tentativa de roubo de um beijo? Por que tanta moralidade a troco de um caso tão insignificante? O que isso vai mudar no país?
A desigualdade social vai continuar a mesma, a sangria nos cofres públicos vai continuar a mesma, o descaramento dos nossos governantes vai continuar o mesmo. Até o técnico da seleção vai continuar o mesmo. Mas um pobre coitado idiota, que tentou dar um "bitoco" (como o juiz diz) numa mulher que, provavelmente, é horrorosa, levou um tempo sendo julgado por um monte de desocupados que gastaram o nosso dinheiro pra analisar esse caso.
Em um país onde a maior festa é cheia de gente pelada (não que me oponha, só estou citando), valorizar essa falsa moral é tão absurdo quanto pedir pra cagar em penico de ouro. Mas, como em todos os casos - no do penico, deve ter um árabe cagão-dourado -, tem sempre alguém que ache bom dar seqüência na palhaçada.
Você pode até não acreditar em destino, mas que o do Brasil parece estar gravado como apêndice e sublinhado duas vezes na pedrinha dos 10 mandamentos, isso parece.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Eu sabia que eu sabia!
Eu estava certo esse tempo todo que passei sem trafegar pela Ponte. Se vocês duvidam, vejam isso.
Bom, pra quem não tiver paciência de ler, fala sobre "slow blogging". É uma galera que defende uma velocidade menor para a distribuição das informações, já que a rapidez é prejudicial para a qualidade da notícia, assim como para sua absorção.
Ou seja, eu sempre estive certo de não encher vocês de texto. Melhor terem tempo pra refletir, né?
***
Mas pra não dizer que não falei de flores: hortênsia tem um nome estranho, porém legal.
***
E pra fechar com chave de ouro:

Hoje tô mais babaca que o normal. Já, já volto com coisas mais sérias.
Bom, pra quem não tiver paciência de ler, fala sobre "slow blogging". É uma galera que defende uma velocidade menor para a distribuição das informações, já que a rapidez é prejudicial para a qualidade da notícia, assim como para sua absorção.
Ou seja, eu sempre estive certo de não encher vocês de texto. Melhor terem tempo pra refletir, né?
***
Mas pra não dizer que não falei de flores: hortênsia tem um nome estranho, porém legal.
***
E pra fechar com chave de ouro:

Hoje tô mais babaca que o normal. Já, já volto com coisas mais sérias.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Poder da marca X poder da Internet
Panco é uma famosa marca de comida. Com certeza, você já comeu - isso, se não estiver comendo agora - um pão fabricado por eles. Pois é. Vamos falar de pão.
Quinta passada dormi na Carol. Aniversário de um amigo meu, fiquei por lá. Acordo no dia seguinte, atrasado pra ir pro trabalho, mas com fome. Vou comer um pãozinho. Panco. Aí...

Olá, eu sou o novo garoto-propaganda da Panco!
Ainda bem que meu sono não estava muito forte, ou então eu teria perdido essa bela imagem registrada pela minha pequena. Aí vem a pergunta que não quer calar: é ou não é a cara da mãe (=Panco, no caso)?
Mais um serviço de utilidade pública prestado pela Ponte Elétrica. De nada.
Moral da história: sempre olhem pros dois lados do pão antes de atravessá-lo com a faca.
Quinta passada dormi na Carol. Aniversário de um amigo meu, fiquei por lá. Acordo no dia seguinte, atrasado pra ir pro trabalho, mas com fome. Vou comer um pãozinho. Panco. Aí...
Olá, eu sou o novo garoto-propaganda da Panco!
Ainda bem que meu sono não estava muito forte, ou então eu teria perdido essa bela imagem registrada pela minha pequena. Aí vem a pergunta que não quer calar: é ou não é a cara da mãe (=Panco, no caso)?
Mais um serviço de utilidade pública prestado pela Ponte Elétrica. De nada.
Moral da história: sempre olhem pros dois lados do pão antes de atravessá-lo com a faca.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Mais uma vez de novo...
Essa é a tentativa 1.290.337 de voltar à Ponte. Se fosse no mundo real, ela estaria com buracos do tamanho de uma turbina de avião, mal iluminada e com mato no acostamento - que estaria com a faixa branca apagada. Talvez uma favela já tivesse até tomado conta das laterais da pista.
O poder público veio para tomar conta da situação.
O poder público veio para tomar conta da situação.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Toma la, da ca
Primeiro, desculpa a falta de acentos e afins, mas to no computador do meu irmao e simplesmente nao existe isso aqui.
Agora, fatos. Sexta-feira, eu pegadaco no trabalho, resolvo almocar numa churrascaria na Barra (nao falo o nome pq esqueci, mesmo, nada a ver com anti-jaba - mas pra quem quiser tentar, fica ali atras duma pracinha em frente a praia). Queimo 5 tiquetes do meu minguado salario, comemorando sabe-se la o que. Eis que o motivo me encontra no caminho.
-Fala, Alexandre, e o Cade. Beleza?
-Beleza, diz ai?
-Ta almocando?
-To indo no xxxx. Bora?
-Nao, to aqui no japones. To ligando pra avisar que nossa peca foi aprovada. Vai sair na revista.
-Serio? Que irado!
E por ai vai. O importante e dizer que vai sair minha primeira peca realmente mais boladona e criativa. E o melhor: all-type (vulgo anuncio de texto). So nao posto agora pq nao to no meu cpu. Mas vcs vao ver.
***
Volto feliz, espero ansiosamente o fds com a grande estreia nao confirmada do incrivel craque Vandinho, top 5 artilheiro do Brasil no ano. Espero, espero, e antes tivesse desistido. Pq, quando finalmente ele aparece - e faz gol - a zaga, ponto forte ate entao, entrega o jogo com posicionamentos ridiculos e a maldita mania de entregar jogos. Entregou. E perdeu de virada, de 2 a 1, para o Cruzeiro.
E o pior de tudo e que nem da pra fazer aquela velha piada de "volta, fulano". O Joel e fanfarrao, o Marcinho e traidor, o Renato Augusto e amarelao e o Souza nao e nada. Simplesmente lamentavel.
Correcao. Simplesmente lamentavel e que saimos do G4. E bom o jornal inventar amanha algum termo tipo G8, senao vou ficar revoltado. E ja saio de casa de mau humor.
***
E trabalhar no fim de semana, como deveria, ate agora nada. Mas quem disse que eu preciso? Amanha posso ficar ate 0h no trabalho. Adoro essa vida desregulada.
Agora, fatos. Sexta-feira, eu pegadaco no trabalho, resolvo almocar numa churrascaria na Barra (nao falo o nome pq esqueci, mesmo, nada a ver com anti-jaba - mas pra quem quiser tentar, fica ali atras duma pracinha em frente a praia). Queimo 5 tiquetes do meu minguado salario, comemorando sabe-se la o que. Eis que o motivo me encontra no caminho.
-Fala, Alexandre, e o Cade. Beleza?
-Beleza, diz ai?
-Ta almocando?
-To indo no xxxx. Bora?
-Nao, to aqui no japones. To ligando pra avisar que nossa peca foi aprovada. Vai sair na revista.
-Serio? Que irado!
E por ai vai. O importante e dizer que vai sair minha primeira peca realmente mais boladona e criativa. E o melhor: all-type (vulgo anuncio de texto). So nao posto agora pq nao to no meu cpu. Mas vcs vao ver.
***
Volto feliz, espero ansiosamente o fds com a grande estreia nao confirmada do incrivel craque Vandinho, top 5 artilheiro do Brasil no ano. Espero, espero, e antes tivesse desistido. Pq, quando finalmente ele aparece - e faz gol - a zaga, ponto forte ate entao, entrega o jogo com posicionamentos ridiculos e a maldita mania de entregar jogos. Entregou. E perdeu de virada, de 2 a 1, para o Cruzeiro.
E o pior de tudo e que nem da pra fazer aquela velha piada de "volta, fulano". O Joel e fanfarrao, o Marcinho e traidor, o Renato Augusto e amarelao e o Souza nao e nada. Simplesmente lamentavel.
Correcao. Simplesmente lamentavel e que saimos do G4. E bom o jornal inventar amanha algum termo tipo G8, senao vou ficar revoltado. E ja saio de casa de mau humor.
***
E trabalhar no fim de semana, como deveria, ate agora nada. Mas quem disse que eu preciso? Amanha posso ficar ate 0h no trabalho. Adoro essa vida desregulada.
sábado, 26 de julho de 2008
Ele pediu, ele pediu
E agora sai quase todo dia depois das 20h, 20h30. Muitas vezes depois das 21h. Realmente, eu gosto muito de criar pra levar essa vida rindo. E sem fazer como aquele policial do filme:
"Se você quer rir, tem que fazer rir!"
Caneta na cabeceira, nada na carteira...
"Se você quer rir, tem que fazer rir!"
Caneta na cabeceira, nada na carteira...
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Um, dois, três, testando
Bom, vocês já devem ter percebido que minha volta tem tardado mais do que o normal. Mas meu mundo fez oito translações em menos de dois meses, o que me obrigou a adiar um pouco o que minha vontade pedia. Enfim, que se dane. Estou (mais ou menos) de volta.
Agora como redator júnior de uma das agências que eu queria estar. Responsável pelo meu própio e proporcional nariz. Um pouco mais sinuquento e familiado, com a casa 01 completa. Um pouco mais feliz - como se isso fosse possível.
Ainda falta rever meus amigos com a freqüência que gostaria. Colocar a cabeça no lugar em alguns assuntos. Definir prioridades. Mas o importante é que tudo caminha e se encaminha do jeito que lutei por tanto tempo.
"Segura que eu quero ver, amigo!"
Agora como redator júnior de uma das agências que eu queria estar. Responsável pelo meu própio e proporcional nariz. Um pouco mais sinuquento e familiado, com a casa 01 completa. Um pouco mais feliz - como se isso fosse possível.
Ainda falta rever meus amigos com a freqüência que gostaria. Colocar a cabeça no lugar em alguns assuntos. Definir prioridades. Mas o importante é que tudo caminha e se encaminha do jeito que lutei por tanto tempo.
"Segura que eu quero ver, amigo!"
sábado, 22 de março de 2008
Obras à frente
Finalmente a Ponte será reconstruída. Um novo tempo para o tráfego de informações (segundo eu mesmo) está chegando. Aguardem.
Sério, aguardem.
Sério, aguardem.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Os mano
Final de semana cultural. Alexandre em Campinas, fazendo a ponte com São Paulo. Bienal de Arquitetura de São Paulo - a segunda mais importante do mundo, depois da de Viena - com trabalho exposto de meu irmão Bruno. Aliás, motivo de orgulho. Minha casa vai ser projeto dele, vou sair na "Casas e Jardins". O trabalho dele, pela simplicidade, funcionalidade e competência, dá gosto de ver.
Entra o "modo puxa-saco", mas com motivos de sobra pra isso. Poucas vezes me senti tão em casa fora de casa. Os pais me trataram como amigo de infância, o irmão me trata como se me conhecesse há tempos, a namorada me trata como se fosse do grupo e os amigos me tratam como se fosse um deles. Só isso já valeria tudo.
Mas ainda teve mais. Almoço de sábado aqui. Restaurante tradicionalíssimo no Bexiga, bairro italiano da capital. Ida à casa dos tios gente fina. Noite na cachaçaria ponto de encontro da cidade. Aliás, além de ser provavelmente a segunda maior do Estado, é cheia de ladeiras - por mais que o pessoal de lá não admita. Domingo de churrascão boladão neurótico fortemente na veia, com muita coisa boa. Muita, mesmo. E ainda volto com receitas, cortesia de Sônia.
Modo desativado, fica a conclusão: ganhei uma família em Campinas.
***
De recordação, além das excelentes experiências vividas, trouxe (mentira, achei na Internet porque esqueci de copiar) o hino informal do XV de Piracicaba, da terra de meu querido fiote e agora também de minha querida (com todo o respeito) Marília. Por favor, leiam com sotaque:
Carxara de forfe
Carcanha de grilo
Asara de barata
Suvaco de cobra
Oreia de besoro
Paster de carne
Garrafão de pinga
Minduim torrado
Já que tá que fique
Treis veis cinco é ...
XV XV XV
Vitória!
Agora vocês já podem enxugar as lágrimas. Ou o xixi.
***
Fatos da semana comentados freneticamente:
-Mengão na Libertadores - quase chorei;
-Bahia subindo e estádio descendo - quase chorei duas vezes;
-cisco no olho - quase chorei.
Minha vida, minha cabeça, tudo anda a mil. Por isso não tenho postado com a freqüência que gostaria. Mas até sexta entra aqui um conto que escrevi no trabalho. Sim, no trabalho. Em algum momento preciso aliviar a tensão caligrafisticamente, não acham?
Entra o "modo puxa-saco", mas com motivos de sobra pra isso. Poucas vezes me senti tão em casa fora de casa. Os pais me trataram como amigo de infância, o irmão me trata como se me conhecesse há tempos, a namorada me trata como se fosse do grupo e os amigos me tratam como se fosse um deles. Só isso já valeria tudo.
Mas ainda teve mais. Almoço de sábado aqui. Restaurante tradicionalíssimo no Bexiga, bairro italiano da capital. Ida à casa dos tios gente fina. Noite na cachaçaria ponto de encontro da cidade. Aliás, além de ser provavelmente a segunda maior do Estado, é cheia de ladeiras - por mais que o pessoal de lá não admita. Domingo de churrascão boladão neurótico fortemente na veia, com muita coisa boa. Muita, mesmo. E ainda volto com receitas, cortesia de Sônia.
Modo desativado, fica a conclusão: ganhei uma família em Campinas.
***
De recordação, além das excelentes experiências vividas, trouxe (mentira, achei na Internet porque esqueci de copiar) o hino informal do XV de Piracicaba, da terra de meu querido fiote e agora também de minha querida (com todo o respeito) Marília. Por favor, leiam com sotaque:
Carxara de forfe
Carcanha de grilo
Asara de barata
Suvaco de cobra
Oreia de besoro
Paster de carne
Garrafão de pinga
Minduim torrado
Já que tá que fique
Treis veis cinco é ...
XV XV XV
Vitória!
Agora vocês já podem enxugar as lágrimas. Ou o xixi.
***
Fatos da semana comentados freneticamente:
-Mengão na Libertadores - quase chorei;
-Bahia subindo e estádio descendo - quase chorei duas vezes;
-cisco no olho - quase chorei.
Minha vida, minha cabeça, tudo anda a mil. Por isso não tenho postado com a freqüência que gostaria. Mas até sexta entra aqui um conto que escrevi no trabalho. Sim, no trabalho. Em algum momento preciso aliviar a tensão caligrafisticamente, não acham?
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Feriadão boladão
Descansar? Não, obrigado.
Escrever? Não, obrigado.
Ler um livro inteiro? Não, obrigado.
Quem sabe arrumar a casa, finalmente? Não, obrigado.
Prefiro ficar assim, atrasando tudo. Afinal, a vida é melhor para quem precisa fazer tudo com pressa e sofre pressão de todos os lados. (Seria pressão uma pressa grande? As palavras têm o mesmo radical, press, do grego presius?)
E não é que ainda assim foi muito bom?
***
Planos, planos, planos. Me sinto o Cebolinha, ou um daqueles vilões do 007. Tomara que eu saia vencendo no final, porque de Mônicas e Bonds já estou farto (do latim fartius, boladão).
Só sei que eu continuo indo.
Escrever? Não, obrigado.
Ler um livro inteiro? Não, obrigado.
Quem sabe arrumar a casa, finalmente? Não, obrigado.
Prefiro ficar assim, atrasando tudo. Afinal, a vida é melhor para quem precisa fazer tudo com pressa e sofre pressão de todos os lados. (Seria pressão uma pressa grande? As palavras têm o mesmo radical, press, do grego presius?)
E não é que ainda assim foi muito bom?
***
Planos, planos, planos. Me sinto o Cebolinha, ou um daqueles vilões do 007. Tomara que eu saia vencendo no final, porque de Mônicas e Bonds já estou farto (do latim fartius, boladão).
Só sei que eu continuo indo.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Na beira da praia
Você abre o jornal e lê sobre o aquecimento global. Liga a TV vê os pobres ursos polares com cara de coitados, isolados em um bloco de gelo. Tenta relaxar na Internet e o Greenpeace alerta sobre todos os perigos possíveis e imagináveis dos males causados pelo homem à indefesa mãe natureza.
Vocês sabem, mãe a gente só tem uma. Mas, assim como as de carne e osso, essa também tem a última palavra. Por isso o revide e essa bagunça no mundo.
Se não se pode vencê-los, junte-se a eles. Vou fazer minha parte e ajudar a prejudicar o planeta. Jogar lixo no chão, andar com carro desregulado, deixar luzes acesas, gastar água. Reciclar, que nada. Vou cagar tudo.
Uma das consequências não é a elevação do nível dos mares? Pois é. Tomara que ele avance umas duas quadras pra dentro. Sem nenhum esforço, vou morar na beira da praia de Copacabana. Quer mais?
Um visionário, esse eu.
***
Não é por nada não, mas se você escuta sobre as vendas de veículos que movimentaram a economia brasileira e a felicidade das concessionárias em não manter o estoque e, logo depois e na mesma emissora, vê os males causados pelo excesso de carros nas ruas, não tem alguma coisa errada? Só eu enxergo incoerência nisso?
Vocês sabem, mãe a gente só tem uma. Mas, assim como as de carne e osso, essa também tem a última palavra. Por isso o revide e essa bagunça no mundo.
Se não se pode vencê-los, junte-se a eles. Vou fazer minha parte e ajudar a prejudicar o planeta. Jogar lixo no chão, andar com carro desregulado, deixar luzes acesas, gastar água. Reciclar, que nada. Vou cagar tudo.
Uma das consequências não é a elevação do nível dos mares? Pois é. Tomara que ele avance umas duas quadras pra dentro. Sem nenhum esforço, vou morar na beira da praia de Copacabana. Quer mais?
Um visionário, esse eu.
***
Não é por nada não, mas se você escuta sobre as vendas de veículos que movimentaram a economia brasileira e a felicidade das concessionárias em não manter o estoque e, logo depois e na mesma emissora, vê os males causados pelo excesso de carros nas ruas, não tem alguma coisa errada? Só eu enxergo incoerência nisso?
sábado, 3 de novembro de 2007
Ão, ão, ão...
Bem, amigos da Ponte Elétrica, estamos aqui imaginando a grande final da Copa do Mundo de 2014, a Copa do Brasil! E não é aquela que até o Fluminense ganha e o Vasco é vice, mas a de seleções. E não dá para imaginar uma competição com final no Maracanã sem a presença dele, o ídolo, o xodó, o mais aclamado pelas arquibancadas: Obina.
Pelas pressões que o técnico da seleção brasileira sofre, graças a contínua falta de pontaria dos atacantes escolhidos, ele é obrigado a abrir uma concessão e agradar aos mais de 200 milhões de técnicos que exigem a convocação do artilheiro do Campeonato Brasileiro. Obina é chamado às pressas e chega já recebendo a camisa 11.
Marca ao menos um gol por partida, mas na semi-final perde um pênalti que quase custa a classificação para a sonhada revanche contra um revigorado Uruguai. A síndrome do Maracanazo atinge a todos. Milhões de litros de cerveja são vendidos, o ouro líquido se esvai das prateleiras. Seja para comemorar ou esquecer uma possível derrota. E a esperança brasileira que depositavam no Obinão não é mais a mesma. O que fazer?
Em Salvador, macumba. Em Curitiba, choro emo. Em São Paulo, negócios. Em Rio Branco, tentativas de fazer chegar a luz elétrica. No Rio, pressão. Um corredor humano gigante se forma desde a concentração da seleção, em Jacarepaguá (novo centro econômico-social da cidade) até o estádio Mario Filho. Crianças gritam, mulheres choram, homens berram. Todos querem a vitória. É ela ou a cabeça de todos.
Começa o jogo, passa o jogo, vai acabar o jogo. Chance de ambos os lados, equipes nervosas, dois jogadores expulsos para cada lado, juiz pressionado errando sistematicamente, bandeirinhas com medo de olhar para trás, Joel Santana rouco à beira do gramado. Ninguém sabe mais o que fazer e já se conforma com os pênaltis.
É aí que Juan resolve se arriscar ao ataque. Passa do meio-campo e, vendo o relógio holográfico projetado na cobertura do estádio marcando 44:22, chuta a bola desesperadamente para a área, fazendo um centro de 33 metros. A zaga uruguaia se tenta afastar, mas a bola sobe. Como em filme brasileiro (agora premiado com Oscar todos os anos, junto com os chineses), todos vêem a bola cair em câmera lenta, quicar e subir outra vez, na altura da cabeça do atacante brasileiro mais bem posicionado na área. Obina. Que arma uma bicicleta perfeita, acerta um petardo e coloca a bola no ângulo direito de Izquierdo. Ela ainda bate caprichosamente no travessão, em cima da linha e morre no fundo das redes.
Os uruguaios correm para cima do juiz, pedindo pé alto. Obina corre para a torcida, que não se aguenta e invade o gramado do Maracanã. O Maracanazo é nosso, agora.
Com a confusão formada, os adversários correm para o vestiário, alegando falta de segurança. O trio de arbitragem faz o mesmo, e o árbitro anota a invasão na súmula. A Fifa age rápido, e pune o Brasil pela falta de segurança e organização, além do comportamento inaceitável da torcida.
E o Uruguai é tri com um gol do Obina.
Pelas pressões que o técnico da seleção brasileira sofre, graças a contínua falta de pontaria dos atacantes escolhidos, ele é obrigado a abrir uma concessão e agradar aos mais de 200 milhões de técnicos que exigem a convocação do artilheiro do Campeonato Brasileiro. Obina é chamado às pressas e chega já recebendo a camisa 11.
Marca ao menos um gol por partida, mas na semi-final perde um pênalti que quase custa a classificação para a sonhada revanche contra um revigorado Uruguai. A síndrome do Maracanazo atinge a todos. Milhões de litros de cerveja são vendidos, o ouro líquido se esvai das prateleiras. Seja para comemorar ou esquecer uma possível derrota. E a esperança brasileira que depositavam no Obinão não é mais a mesma. O que fazer?
Em Salvador, macumba. Em Curitiba, choro emo. Em São Paulo, negócios. Em Rio Branco, tentativas de fazer chegar a luz elétrica. No Rio, pressão. Um corredor humano gigante se forma desde a concentração da seleção, em Jacarepaguá (novo centro econômico-social da cidade) até o estádio Mario Filho. Crianças gritam, mulheres choram, homens berram. Todos querem a vitória. É ela ou a cabeça de todos.
Começa o jogo, passa o jogo, vai acabar o jogo. Chance de ambos os lados, equipes nervosas, dois jogadores expulsos para cada lado, juiz pressionado errando sistematicamente, bandeirinhas com medo de olhar para trás, Joel Santana rouco à beira do gramado. Ninguém sabe mais o que fazer e já se conforma com os pênaltis.
É aí que Juan resolve se arriscar ao ataque. Passa do meio-campo e, vendo o relógio holográfico projetado na cobertura do estádio marcando 44:22, chuta a bola desesperadamente para a área, fazendo um centro de 33 metros. A zaga uruguaia se tenta afastar, mas a bola sobe. Como em filme brasileiro (agora premiado com Oscar todos os anos, junto com os chineses), todos vêem a bola cair em câmera lenta, quicar e subir outra vez, na altura da cabeça do atacante brasileiro mais bem posicionado na área. Obina. Que arma uma bicicleta perfeita, acerta um petardo e coloca a bola no ângulo direito de Izquierdo. Ela ainda bate caprichosamente no travessão, em cima da linha e morre no fundo das redes.
Os uruguaios correm para cima do juiz, pedindo pé alto. Obina corre para a torcida, que não se aguenta e invade o gramado do Maracanã. O Maracanazo é nosso, agora.
Com a confusão formada, os adversários correm para o vestiário, alegando falta de segurança. O trio de arbitragem faz o mesmo, e o árbitro anota a invasão na súmula. A Fifa age rápido, e pune o Brasil pela falta de segurança e organização, além do comportamento inaceitável da torcida.
E o Uruguai é tri com um gol do Obina.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Estou aqui
Repensando tudo. "A nível de" tudo. Por isso a demora. Peço desculpas, sei que não justifica, mas como quem escreve sou eu, posso justificar tudo. E podem ter certeza que faz sentido. Resumão estendido:
Saí da DPZ e fui pra Casa da Criação, pra quem não sabe. Fiz três meses ontem, dia 31. Desconheço meu futuro lá. Ao mesmo tempo, a profissão me dá o que pensar. Vocês já pensaram no que fazem da vida? O que a carreira de vocês traz? Realização profissional é uma meta alcançável para boa parte das pessoas com um tanto de talento e outro de dedicação. Mas é tudo? Botar dinheiro no bolso basta para vocês?
Para mim, não.
No meio do turbilhão de pensamentos desencontrados, assisti "Pão com mortadela", uma adaptação de "Misto quente", do Bukowski, que agora está no Teatro da Gávea. Vi no Leblon, saí com os olhos marejados e fui andando até a Gávea, depois Jardim Botânico, peguei um ônibus antes de ser pego por mendigos, passeei por Rio Comprido, Água Santa, Praça da Bandeira, Tijuca. Fiquei por ali, onde fui andando até o metrô Sans Peña para pegar o penúltimo da noite. Ou seja, tarde. Sempre pensando na vida.
Li "Tropicalista lenta luta", do Tom Zé. Uma aula de criatividade e dedicação (fora testemunhos muito engraçados de fatos ridículos e singelos de um iraraense - mais mal nascido que meu pai, o que me é motivo de orgulho, um dia explico o porquê).
Pensei-repensei-rerepensei a vida, andei mais por aí sozinho, acabei com meu parco dinheirinho do freela, andei mais, vi Piaf...
Piaf merece um comentário à parte. Vale ver um grande exemplo do que se deve e do que não se deve fazer, tudo ao mesmo tempo. E se você estiver pra baixo, ver alguém tomar tanto na cabeça lava sua alma, de certa forma. Afinal, você não é a pessoa mais cagada do mundo.
Andei mais, vi muita coisa pelas ruas - ver com outros olhos, não o viciado do dia-a-dia, mas o mesmo que vê as coisas pela primeira vez, como em viagens e descobertas surreais por aí.
Enfim, minha mente chegou ao primeiro bilhão de anos-luz rodados. E a sensação é de estar no meio do caminho para algum lugar desconhecido, e sem ter para quem perguntar porque ninguém foi por essa estrada. Ou pelo menos não conheço ninguém que tenha ido.
Resumindo meu resumo mal sucedido, a vida é curta para deixar as coisas para depois. Arrisque agora ou se cale forçosamente para sempre. E vai por mim, vocês não vão querer isso. Não importa quem está lendo, você tem tempo de mudar.
***
Não sei se fechei o texto anterior como gostaria, mas não faz mal. Deve ser a falta de prática de postar na Ponte. Espero voltar ao tráfego normal para recuperar a manha.
De qualquer jeito, preciso fazer menções honrosas aqui. Alan está bem, minha-pequena-que-não-deixa-eu-citar-o-nome-porque-tem-medinho está bem também. Os dois estão conquistando as coisas.
Graças a Deus. Até porque, convenhamos, alguém tem que ir para a frente.
***
Como não podia deixar de comentar, propaganda. Vi outro dia uma, acho que é do shampu Seda, que diz que "se você não tem brilho, não tem nada".
Sério mesmo? Então as posses de uma pessoa na vida se resumem ao brilho dos cabelos? Pelo que entendi, experiências, conquistas materiais e espirituais, nada disso vale. O bom mesmo é ter um cabelo RGB photoshopado em TV de LCD com mais todas as sglas que queiram demonstrar tecnologia e futuro. Bem que, pelas fotos da juba do Einstein, achava que ele era meio tapado, mesmo.
Nem pesquisei o nome dos gênios criativos para não me irritar. Apesar de que estaria errado.
Meu cabelo está sem brilho.
***
E não percam, na próxima (breve) atualização pontesca: um gosto repentino por academia, o projeto Libertadores 2008, todas as idéias que (não) vão sair do papel para a Copa de 2014 e a narração do gol de bicicleta do Obina na final no Maraca, o estádio da maior torcida do mundo - do lado direito das cadeiras brancas, no gol em frente à Raça, que a essa altura será toda da Flamanguaça, o futuro da Nação.
Saí da DPZ e fui pra Casa da Criação, pra quem não sabe. Fiz três meses ontem, dia 31. Desconheço meu futuro lá. Ao mesmo tempo, a profissão me dá o que pensar. Vocês já pensaram no que fazem da vida? O que a carreira de vocês traz? Realização profissional é uma meta alcançável para boa parte das pessoas com um tanto de talento e outro de dedicação. Mas é tudo? Botar dinheiro no bolso basta para vocês?
Para mim, não.
No meio do turbilhão de pensamentos desencontrados, assisti "Pão com mortadela", uma adaptação de "Misto quente", do Bukowski, que agora está no Teatro da Gávea. Vi no Leblon, saí com os olhos marejados e fui andando até a Gávea, depois Jardim Botânico, peguei um ônibus antes de ser pego por mendigos, passeei por Rio Comprido, Água Santa, Praça da Bandeira, Tijuca. Fiquei por ali, onde fui andando até o metrô Sans Peña para pegar o penúltimo da noite. Ou seja, tarde. Sempre pensando na vida.
Li "Tropicalista lenta luta", do Tom Zé. Uma aula de criatividade e dedicação (fora testemunhos muito engraçados de fatos ridículos e singelos de um iraraense - mais mal nascido que meu pai, o que me é motivo de orgulho, um dia explico o porquê).
Pensei-repensei-rerepensei a vida, andei mais por aí sozinho, acabei com meu parco dinheirinho do freela, andei mais, vi Piaf...
Piaf merece um comentário à parte. Vale ver um grande exemplo do que se deve e do que não se deve fazer, tudo ao mesmo tempo. E se você estiver pra baixo, ver alguém tomar tanto na cabeça lava sua alma, de certa forma. Afinal, você não é a pessoa mais cagada do mundo.
Andei mais, vi muita coisa pelas ruas - ver com outros olhos, não o viciado do dia-a-dia, mas o mesmo que vê as coisas pela primeira vez, como em viagens e descobertas surreais por aí.
Enfim, minha mente chegou ao primeiro bilhão de anos-luz rodados. E a sensação é de estar no meio do caminho para algum lugar desconhecido, e sem ter para quem perguntar porque ninguém foi por essa estrada. Ou pelo menos não conheço ninguém que tenha ido.
Resumindo meu resumo mal sucedido, a vida é curta para deixar as coisas para depois. Arrisque agora ou se cale forçosamente para sempre. E vai por mim, vocês não vão querer isso. Não importa quem está lendo, você tem tempo de mudar.
***
Não sei se fechei o texto anterior como gostaria, mas não faz mal. Deve ser a falta de prática de postar na Ponte. Espero voltar ao tráfego normal para recuperar a manha.
De qualquer jeito, preciso fazer menções honrosas aqui. Alan está bem, minha-pequena-que-não-deixa-eu-citar-o-nome-porque-tem-medinho está bem também. Os dois estão conquistando as coisas.
Graças a Deus. Até porque, convenhamos, alguém tem que ir para a frente.
***
Como não podia deixar de comentar, propaganda. Vi outro dia uma, acho que é do shampu Seda, que diz que "se você não tem brilho, não tem nada".
Sério mesmo? Então as posses de uma pessoa na vida se resumem ao brilho dos cabelos? Pelo que entendi, experiências, conquistas materiais e espirituais, nada disso vale. O bom mesmo é ter um cabelo RGB photoshopado em TV de LCD com mais todas as sglas que queiram demonstrar tecnologia e futuro. Bem que, pelas fotos da juba do Einstein, achava que ele era meio tapado, mesmo.
Nem pesquisei o nome dos gênios criativos para não me irritar. Apesar de que estaria errado.
Meu cabelo está sem brilho.
***
E não percam, na próxima (breve) atualização pontesca: um gosto repentino por academia, o projeto Libertadores 2008, todas as idéias que (não) vão sair do papel para a Copa de 2014 e a narração do gol de bicicleta do Obina na final no Maraca, o estádio da maior torcida do mundo - do lado direito das cadeiras brancas, no gol em frente à Raça, que a essa altura será toda da Flamanguaça, o futuro da Nação.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
sábado, 6 de outubro de 2007
Boa noite?
"O único braço do Estado que sobe o morro é a polícia."
A frase é do Comandante Pimentel, a voz do BOPE no "Notícias de uma guerra particular". Não é preciso ser um gênio para entender o que ele quis dizer: o governo só entra no morro se for para reprimir. Nada de políticas públicas para os pobres. Excluídos serão sempre excluídos.
Uma vez meu pai foi à uma costureira que trabalhava com ele. Era no pé de um morro qualquer. E o lugar estava em festa, porque um caminhão de entrega do Ponto Frio havia sido roubado naquele instante e o conteúdo estava sendo distribuído aos moradores. Legal o traficante, né?
Não. O apadrinhamento que eles fazem não é função dos governantes, mas na falta de qualquer solução proposta aos miseráveis isso acaba valendo. E mais: se você, transeunte da Ponte, não conseguiria viver bem com um salário mínimo, por que alguém com família conseguiria? Ou melhor, como?
Exatamente. Não vive. E por isso aceita de bom grado o que os bandidos dão a eles. Porque o sonho de consumo dessa gente é como o seu. Só está mais distante de ser alcançado.
E por que os traficantes existem? Porque pessoas como vocês e/ou amigos compram o que é distribuído por eles. Oferta e procura. Preço de mercado. Oportunidade de emprego. Capitalismo. O nome não importa, o vício sim. E é graças a ele que se compram armas, que se pagam os salários acima da média dos envolvidos no crime, que se mantém a vida paralela.
Por isso, antes de reclamar que perdeu o celular ou o tio foi agredido covardemente por um pivete, pensa que o mesmo dinheiro que você (não necessariamente leitor, mas usuário) usou pra ficar doidão (doidona) serviria para fazer algo maior por alguém. Ou o básico, como dar um prato de comida.
Ahan, não é obrigação sua. Como não é obrigação do marginal saber distinguir quem faz alguma coisa boa, quem faz coisa ruim e quem não faz nada. Vamos chamar de daltonismo criminal: uma pessoa com arma na mão não sabe distinguir o verde bom do vermelho ruim. Escolhe um e aperta o gatilho.
E aí, quando vai ser a sua vez?
A frase é do Comandante Pimentel, a voz do BOPE no "Notícias de uma guerra particular". Não é preciso ser um gênio para entender o que ele quis dizer: o governo só entra no morro se for para reprimir. Nada de políticas públicas para os pobres. Excluídos serão sempre excluídos.
Uma vez meu pai foi à uma costureira que trabalhava com ele. Era no pé de um morro qualquer. E o lugar estava em festa, porque um caminhão de entrega do Ponto Frio havia sido roubado naquele instante e o conteúdo estava sendo distribuído aos moradores. Legal o traficante, né?
Não. O apadrinhamento que eles fazem não é função dos governantes, mas na falta de qualquer solução proposta aos miseráveis isso acaba valendo. E mais: se você, transeunte da Ponte, não conseguiria viver bem com um salário mínimo, por que alguém com família conseguiria? Ou melhor, como?
Exatamente. Não vive. E por isso aceita de bom grado o que os bandidos dão a eles. Porque o sonho de consumo dessa gente é como o seu. Só está mais distante de ser alcançado.
E por que os traficantes existem? Porque pessoas como vocês e/ou amigos compram o que é distribuído por eles. Oferta e procura. Preço de mercado. Oportunidade de emprego. Capitalismo. O nome não importa, o vício sim. E é graças a ele que se compram armas, que se pagam os salários acima da média dos envolvidos no crime, que se mantém a vida paralela.
Por isso, antes de reclamar que perdeu o celular ou o tio foi agredido covardemente por um pivete, pensa que o mesmo dinheiro que você (não necessariamente leitor, mas usuário) usou pra ficar doidão (doidona) serviria para fazer algo maior por alguém. Ou o básico, como dar um prato de comida.
Ahan, não é obrigação sua. Como não é obrigação do marginal saber distinguir quem faz alguma coisa boa, quem faz coisa ruim e quem não faz nada. Vamos chamar de daltonismo criminal: uma pessoa com arma na mão não sabe distinguir o verde bom do vermelho ruim. Escolhe um e aperta o gatilho.
E aí, quando vai ser a sua vez?
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Sinto muito
Ia escrever um monte. Agora, estou com sono demais pra isso. E ainda vou trabalhar.
Fica pra proxima.
Fica pra proxima.
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Novidades
A Marta marcou um gol de placa. Crimes estão impunes. A Globo deu uma festa decadente com humor Zorra Total e atores encostados. Eu não acertei a mão na hora que precisei.
De tudo isso, só a última ainda é passível de mudanças. Então torçam aí, crianças, porque senão não vai haver realmente nenhuma novidade pra contar.
De tudo isso, só a última ainda é passível de mudanças. Então torçam aí, crianças, porque senão não vai haver realmente nenhuma novidade pra contar.
sábado, 22 de setembro de 2007
Uma votação que vale a pena
A dica é do Manu. A campanha passa a ser minha também. Se tem alguma coisa que ainda vale a pena votar, é em quem você acha que faz alguma coisa na nossa política. Admito, são poucos, mas até pelo seus esforços em lutarem sozinhos, somos quase obrigados a mostrar que estão sendo acompanhados de perto.
Não adianta só apontar os ladrões. Devemos mostrar admiração pelos honestos e votar certo - não só no site, mas na vid real.
2008 vem aí. Quem vai representar você no Congresso e no Senado?
Não adianta só apontar os ladrões. Devemos mostrar admiração pelos honestos e votar certo - não só no site, mas na vid real.
2008 vem aí. Quem vai representar você no Congresso e no Senado?
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
E o vencedor é...
O ídolo. O mestre. O criador. O escritor e piadista Paulo Coelho acaba de me obrigar a escrever a postagem número 500 logo depois da 499. Tudo porque não consegue ficar sem falar (neste caso, escrever) asneira.
Estava calmamente lendo o BlueBus quando leio que Paulo Coelho avisa q volta após a morte caso seja necessario. Não é mentira, pode clicar lá. Ele disse que ninguém deve invocá-lo, que ele dá um jeito de aparecer se for preciso mesmo.
Muito bem, PC. Que você seja esquecido queimando no fogo do inferno, tentando abrir passagem entre as almas penadas, que nem você fazia quando queria passar pelos engarrafamentos. O que não vai faltar é livro pra queimar lá embaixo.
Mas juro que, se eu achasse possível, invocaria o Paulo Roger Rabbit só pra matar o morto.
E quando morrer, quero poder atualizar a Ponte de onde estiver, pra contagem de posts não parar nunca.
Estava calmamente lendo o BlueBus quando leio que Paulo Coelho avisa q volta após a morte caso seja necessario. Não é mentira, pode clicar lá. Ele disse que ninguém deve invocá-lo, que ele dá um jeito de aparecer se for preciso mesmo.
Muito bem, PC. Que você seja esquecido queimando no fogo do inferno, tentando abrir passagem entre as almas penadas, que nem você fazia quando queria passar pelos engarrafamentos. O que não vai faltar é livro pra queimar lá embaixo.
Mas juro que, se eu achasse possível, invocaria o Paulo Roger Rabbit só pra matar o morto.
E quando morrer, quero poder atualizar a Ponte de onde estiver, pra contagem de posts não parar nunca.
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