domingo, 15 de abril de 2007
Dream on
All these lines in my face gettin' clearer
The past is gone
It went by like dust to dawn
Isn't that the way?
Everybody's got their dues in life to pay
I know nobody knows
Where it comes and where it goes
I know it's everybody's sin
You got to lose to know how to win
Half my life's in books' written pages
Lived and learned from fools and from sages
You know it's true
All the things
Come back to you
Sing with me
Sing for the year
Sing for the laughter n' sing for the tear
Sing with me
If it's just for today
Maybe tomorrow the good lord will take you away
Sing with me
Sing for the year
Sing for the laughter n' sing for the tear
Sing with me
If it's just for today
Maybe tomorrow the good lord will take you away
Dream on, dream on, dream on
Dream yourself a dream come true
Dream on, dream on, dream on
And dream until your dream comes true
Dream on, dream on, dream on, dream on
Dream on, dream on, dream on
Sing with me
Sing for the year
Sing for the laughter n' sing for the tear
Sing with me
If it's just for today
Maybe tomorrow the good lord will take you away
Sing with me
Sing for the year
Sing for the laughter n' sing for the tear
Sing with me
If it's just for today
Maybe tomorrow the good lord will take you away
Disso eu tiro duas coisas. Uma, que Tyler, Perry e Aerosmith em geral sabem o que dizem. Duas, que é lindo ver meu amor feliz.
Dream on.
quinta-feira, 5 de abril de 2007
Comer bem - mas não peixe
Prefiro um podrão, o cachorro-quente da Tia, coisas que estraguem antes de chegarem até mim. Além do mais, se Yakult tem lactobacilos vivos e todo mundo diz que é saudável, porque não ingerir alimentos com outras coisinhas invisíveis vivas?
Isso é preconceito. Se é para morrer, vamos ao menos valorizar a cultura nacional.
***
Tem gente que pára antes da hora. Tem gente que nem tenta. E tem gente que não sabe a hora de parar.
Romário está no último grupo. Com isso ele se coloca ao nível de "pessoas" como Zagallo, Didi e Suzana Vieira. Até Rocky soube o momento certo, e voltou apenas para mostrar que era, realmente, o maior de todos. Se o baixinho ao menos frequentasse mais as salas de cinema...
A questão não está nos seus mil gols - até porque não são 1.000 mesmo. Fato é que a mentira tem perna curta, calça chuteira pequena e veste um cinto de segurança com 11 nas costas. De tanto querer se igualar ao Pelé - vejam bem, ao Pelé, não ao Edson - vai acabar ficando como o Maradona. Voltando e queimando o filme. Só falta cheirar ou beijar um companheiro de equipe.
Se Pelé tivesse jogado até os 41 anos, teria feito 2.014 tentos. Inclusive, poderia servir como garoto-propaganda pra Copa no Brasil, desde que ficasse de boca fechada. O país não teria condição nenhuma de sediar o evento, com relação à infra-estrutura, mas teria uma incrível coincidência nos números. Vai que cola.
Já o Romário, ele fica ali, beirando a falsa glória dele, fazendo papelão em estádio cheio e tendo que ouvir gritarem o nome do seu ex-parceiro de noitadas. Diz que não entra em campo se não tirarem os microfones e é obrigado a sair passando por eles, de cabeça baixa, sem poder tirar onda no dia seguinte lá no futivôlei. Vai andar de Porsche e enguiça. Vai fazer filhos e usa Viagra. Vai ler e coloca os óculos. Vai dormir e baba no sofá.
Será que o peixe vai nadar, nadar e morrer na praia?
sábado, 31 de março de 2007
gênio, rabino e duas gravatas periclitantes
Pink Floyd
Composição: Waters And Gilmour
Hello,
Is there anybody in there?
Just nod if you can hear me
Is there anyone at home?
Come on now
I hear you're feeling down
I can ease your pain
And get you on your feet again
Relax
I'll need some information first
Just the basic facts
Can you show me where it hurts
There is no pain, you are receding
A distant ship's smoke on the horizon
You are only coming through in waves
Your lips move but I can't hear what you're saying
When I was a child I had a fever
My hands felt just like two balloons
Now I've got that feeling once again
I can't explain, you would not understand
This is not how I am
I have become comfortably numb
I have become comfortably numb
O.K.
Just a little pin prick
There'll be no more aaaaaaaah!
But you may feel a little sick
Can you stand up?
I do belive it's working, good
That'll keep you going, through the show
Come on it's time to go.
There is no pain you are receding
A distant ship's smoke on the horizon
You are only coming through in waves
Your lips move, but I can't hear what you're saying
When I was a child
I caught a fleeting glimpse
Out of the corner of my eye
I turned to look but it was gone
I cannot put my finger on it now
The child is grown
The dream is gone
And I have become
Comfortably numb.
Eu fui. E você?
***
- Excuse me, sir. May I see your bag?
-Desculpa, eu não falar inglês. Nem português. Só um mistura bizarra dos dois.
- Sir, may I see your bag?
- Lamento, mas eu não falar inglês! Eu ser rabino do Brasil. Ser importante e vou embora daqui!
O segurança toma a bolsa do rabino na marra. Abre enquanto ele esbraveja em sua língua rabina híbrida:
- Você ser um cretina desgraçada! Eu vou falar com minha presidente, ele vai declarar guerra a sua país!
- Sir, what it it? (gravatas, pra quem não leu a notícia)
- É... ser... isso ser... meu senhora, eu não saber bem o que ser isso, nem como parar no meu bolsa.
- Come with me, please. We have to tak in private.
- Solta meu mão, seu bicha! Você ser um cretina, um preconceituosa, um safada! Eu rezar pra minha Deus e Ela ferrar você! Seu família vai morrer e eu tomar toda sua dinheira, eu ser judeu!
E foi assim que um rabino repleto de histórias positivas e representante da classe judia no Brasil, líder de manifestações pelos direitos do homem e pregador de valores divinos, foi preso roubando gravatas.
Ao que parece, 28 milhões de judeus ao redor do mundo contribuíram para pagar a fiança de 3 mil dólares. Pra poder dividir bem o custo e não ficar pesado, se entrassem menos pessoas.
sexta-feira, 23 de março de 2007
"O bom do Brasil é o..."
Obrigado, Alan, por me mostrar como nosso país é caipira. Apesar de que a gente sabe que aí não fica atrás...
***
E é o brasileiro de novo!
"O comando do trafico na Rocinha, no Rio, baixou uma serie de medidas para reduzir a atençao da imprensa e da policia. Estao proibidos furtos nas redondezas e tiros a esmo disparados por seus 'soldados', mesmo que sejam de brincadeira. Nota do Ancelmo Gois hoje no Globo diz que quem desobedecer tem que pagar uma caixa de muniçao, multa q significa uma despesa em torno de R$ 600 ou R$ 700."
No BlueBus
quinta-feira, 22 de março de 2007
A música do século
quarta-feira, 14 de março de 2007
Procura-se um inconformista
Às oito horas da manhã de um dia como qualquer outro, chego no ponto de ônibus com o mesmo cansaço e, provavelmente, a mesma cara de todos os dias. Não reclamo, mas também não agradeço. Não é ingratidão, é falta de reflexão. Parar pra pensar é pra quando dá tempo, deixou de ser uma ação natural para se tornar uma obrigação com horário marcado. Uma visita ao dentista.
Às oito horas da manhã de um dia como qualquer outro, um garoto de seus quinze anos – menos, provavelmente – está correndo atrás de um ônibus que o deixe entrar. Qualquer ônibus, qualquer direção. Para ele, isso é tão indiferente quanto o que ele vai conseguir vender lá dentro. Tão indiferente quanto o futuro dele. Tão indiferente quanto o que as pessoas pensam do seu jeito roto, do seu aparente retardamento e da sua condição social e financeira inferior.
Às oito horas da manhã de um dia como qualquer outro eu e ele nos encontramos. Ele nem percebe minha existência mas, por incrível que pareça, eu percebo a dele. Os papéis se inverteram, eu me sinto o deslocado. Sou um estranho, um insignificante. Só cheguei ao encontro não marcado com ele porque meu pai me deu uma carona até aquele ponto, razoavelmente distante da nossa casa. Só estou indo trabalhar no lugar que sempre quis porque tive educação, alimentação, saúde, apoio, escola particular, pai, mãe, casa, segurança. Ele chegou ali porque acordou cedo, porque se não vender amendoim e bala não vai ter o que comer, e se tiver pai e mãe esperando em casa vai tomar esporro – ou surra, vai saber – porque não ajudou a colocar o feijão na mesa, e vai escutar de longe o lamento de seus pais por terem um filho deficiente e não um jogador de futebol, pagodeiro ou avião do tráfico local.
As discrepâncias da vida são constrangedoras pra quem desvia o olhar para elas, e não delas. O peso de uma vitória admirada pela sociedade não se compara à vitória de quem consegue sobreviver em um mundo que espera enterrar o mais rápido possível os que não nasceram para disputar uma vaga de líder. Os milhões de olhos à espreita dos Josés e Marias são o Big Brother da vida real. Vacilou, é eliminado. Está for a do jogo, e pode chorar à vontade que seu lugar é ao lado dos perdedores. E de lá você não sai.
O garoto que vende bala de ônibus em ônibus às oito da manhã de um dia como qualquer outro é um deles. Sem jeito com suas limitações, cambaleando entre o orelhão e o meio-fio, procura onde deixar suas coisas. Busca um pouco do descanso que a vida lhe deve, e que unca vai receber. Na sua situação, só descansa morto. O que não faria diferença para os que estão ali e passam por ele como se fosse parte da paisagem. Ele é um enfeite feio que acabou no lugar errado, mas que daqui a pouco vai ser retirado para seu lugar de origem. De onde esperam que nunca saia mais.
Como eu notei e senti vergonha pela situação, sou um deslocado. Nada de indiferença, nada de salvamento. Estou compadecido da situação, que mais cedo ou mais tarde vai se descolar da minha retina e fazer parte de um passado distante, onde eu fazia parte da minoria que vislumbrava dias melhores. Utopia é peça de museu, e o destino do homem é ser como os outros: cego.
Enquanto enxergar a luz no fim do túnel, quero nunca me abater. Se existe um Deus no céu, é para Ele que peço desesperadamente para não me deixar endurecer, porque essa é a arma de quem manda. E quem lidera guia a massa para o abate, sem dó ou consideração. Não posso me deixar levar pela maioria, no meu dicionário ainda existe piedade, comiseração, empatia, esperança, perseverança. Meu pai dos burros é mais inteligente que o dos outros. Ou, ao menos, mais humano. Que eu tenha forças para seguir sempre em frente quando tentam me puxar para trás, para subir enquanto procuram me afundar, e para falar enquanto atitudes frias não congelam minha língua e meu coração. Se eu nunca mais encontrar aquele menino que representa o tempo em que vivemos, pelo menos deixo aqui a homenagem a quem fez acordar meu lado inconformista.
segunda-feira, 12 de março de 2007
Festa no apê
Ainda assim é uma festa inexplicavelmente boa. Mentira, sei explicar, sim. É porque você etá fazendo uma coisa que vai levar para o resto da vida, um aprendizado que serve para suas próximas casas, para cada reinício de vida. E a vida são reinícios constantes.
Bom porque, quando eu estiver dentro do Viveiro (ou Queijo Prato, depende do ponto-de-vista), vou saber que ali tem minha mão e meu suor. Literalmente.
Mas não só meu. Também de pessoas importantes, amigos, companheiros e parceiros que estarão lado a lado pelo resto da vida. Afinal, amigo é um irmão que você escolheu. Namorada é sua companheira - no meu caso, pra vida. E pai, mesmo não aparecendo, todo mundo sabe que só tem um.
Por isso, vale a homenagem aos guerreiros e incansáveis - nem tanto - que estiveram em Copa, montando uma nova vida.

Os três mosqueteiros.

"Lá vai a biônica..."
E assim começa uma nova vida.
quinta-feira, 8 de março de 2007
"Amigo, eu nunca vi isso!!!"
Galvão Bueno
quarta-feira, 7 de março de 2007
Sábado à noite...
Vale a pena?
A pergunta é: terá valido?
Daqui a uma semana, mais ou menos, saberei. Aí divido a façanha com vocês.
Torçam pelo seu atarefado amigo redator estagiário.
Continua...
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Nãããããooooooo!!!!!
Mas não tem nada, ele vai voltar logo e a tempo de fazer gol no vasco e levar o Mengão a Tóquio. Porque "Deus perdoa. Obina não."
domingo, 25 de fevereiro de 2007
Final

Prazer, meu nome é Juan e eu sou uma moça*.
Assim, o Flamengo caminha a passos largos para tornar o Vasco o maior freguês da história do futebol mundial. Guinness pro Eurico!
*foto correspondente ao tamanho do futebol da menina
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
Boa idéia, má idéia
Sabe aquela história de "escreva um livro, plante uma árvore, faça um filho"? Escrever todo mundo escreve, nem que seja assinar o nome. Fazer filho é fácil, vai até sem querer. Falta plantar uma árvore.
Pois é. Se você não tem tempo para isso, ou não tem paciência de mexer com terra, esse link é sua chance. Um projeto legal do SOS Mata Atlântica e mais uma galera, que converte seus cliques em árvores plantadas em programas de reflorestamento. Vale a pena, e você já vai poder colocar no seu currículo que participa de trabalhos sociais.
O limite, se feito sem contribuições financeiras, é de uma por dia. Eu já plantei a minha. E você, já deu sua plantadinha hoje?
Má idéia: isso (sem link mesmo, é área fechada, não ia adiantar nada).
Com essa onda de violência, de desmandos e descasos que assolam nosso país, todos falam sobre a necessidade de se (re) educar as pessoas. De como isso faz falta. Mas calma, o Governo Federal e o MEC têm a solução!
Para começar a mudar a cara do país, investirá uma verba gigantesca - para os padrões brasileiros - nas universidades federais. Tudo para que contratem pessoal e invistam em infra-estrutura e equipamentos. Mas com algo(s) em troca.
Aumento do sistema de cotas ("afro-descendentes", pobres, índios). Aumento do número de vagas. Aprovação de, pelo menos, 90% (sim, noventa!) dos alunos - hoje, a taxa de aprovação é um pouco mais que 60%.
Ora bolas, já que é assim, por que não abre as portas e deixa entrar quem quiser? Se é obrigatório encher o ensino de cotas - ao invés de dar educação na base - e não se pode reprovar ninguém, então faz um self-service educacional. A galera entra lá, pega o que quiser, faz o que e como quiser, chega no final recebe seu diploma e um abraço. Essa coisa de cobrança é passado, o negócio agora é continuidade.
Nada mal. Afinal, o ensino fundamental já faz isso, e olha como dá certo! O médio também, e olha como os alunos de escolas públicas são preparados para a vida? Nada mais lógico e natural do que exportar esse modelo vencedor também para o ensino público superior.
Enquanto isso, a gente vai vendo entrevistas com a mãe do menino assassinado. Pra passar o tempo, né?
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
Conexão Rio-Babilônia
Dentre várias de suas leis, uma era interessante e temida: lex talionis, conhecida como lei de Talião. Quem não reconhece pelo nome deve entender quando ouvir – ou ler, no caso – “olho por olho, dente por dente”.
A lei de Talião visava impor um mínimo de respeito e ordem na sociedade nascente, padronizando o comportamento e mantendo os homens em harmonia. Claro, havia falhas na lei, como há até hoje. Ela era discriminatória em certos pontos, elitista em outros. Mas temos que perdoar porque, afinal de contas, foi o primeiro conjunto de leis da história.
“Tá, Alexandre, e por que você voltou à Ponte falando sobre isso? Quer dizer que eu espero um tempo, acesso todo dia – ou não – para saber sobre a DPZ, suas mudanças de vida, sua cabeça complicada, e você me vem com código de leis de um tal de Hammurabi?”
Sim. Porque, na verdade, nem poderia estar escrevendo aqui, tenho coisas pra fazer. Mas não é todo dia que você é acordado ouvindo que três bandidos arrastaram uma criança com parte do corpo pra fora do carro por sei lá quantos quilômetros, e quando pararam só tinha sobrado a parte que estava pra dentro. E isso me faz pensar.
Primeiro, na mãe da criança. Esperou um tempo por um filho, mais nove meses na barriga, mais alguns anos criando, e fica completamente impotente diante da situação. Na irmã, que também era uma criança e viu o que fizeram com ele. No pai, que provavelmente se sente um ninguém por não estar lá na hora, pensando que poderia ter feito alguma coisa para evitar isso. No trauma que essas pessoas terão, na vida miserável que vão levar, lembrando e relembrando todos os dias o que fizeram com seu menino. Tendo que catar os pedaços pela cidade pra poder fazer um enterro digno, em uma situação absurdamente indigna.
Depois eu penso nos bandidos. E é aí que entra Hammurabi, lex talionis e “olho por olho, dente por dente”. Eu não deveria, me igualo a eles quando penso nisso, mas como evitar? E se eu conhecesse? E se fosse meu filho?
Se fosse, eu ainda estaria em estado de choque. E assim que passasse, matava todos eles. Muito devagar. Esse é meu lado negro: eu posso ser muito mal. E nessa situação, superaria meus limites. Seria por uma “boa” causa.
Depois eu penso no que fez com que eles serem assim. Convenhamos: uma criança não nasce, a mãe coloca pra mamar e ele mete a chupeta no olho dela, nem crava um lápis de cera no coração do irmão quando tem dois anos. Ele passou por coisas até ficar assim. Viu coisas. Aprendeu coisas. Com os marginais que moram perto deles. Que aprenderam com quem morava perto deles. E assim sucessivamente, até chegarmos ao início da formação de favelas, da exclusão social absurda em que vivemos, da falta de oportunidade para os miseráveis, da ignorada que se dá nos moleques de quatro anos que vão vender balas nos sinais.
Nada disso justifica, é claro. E continuo odiando mortalmente (literalmente) os três inumanos que fizeram isso com o garoto e, com certeza, afundaram uma família. Continuo adepto da lei de Talião. Até porque, tem muito mais gente pobre boa do que gente pobre má. E ricos também são maus (vide os que queimaram o índio Gaudino), só não aparecem no jornal. Mas é preciso ver todos os lados do problema. E esse descaso é um deles.
A gente vive dizendo que isso só vai mudar o dia que acontecer com o filho de alguém importante. Mas não vai acontecer. Porque filhos de gente importante têm segurança, blindados, câmeras, GPS, Papa, balas de prata e sabe-se-lá Deus mais o quê. Então, queridos leitores, não insistam nesse papo. Ou vocês protestam, ou ajudam trabalhos sociais ou instituições de caridade, ou parem de falar. Ou matem bandidos. Porque esse assunto está se tornando intolerável para minha pequena mente de redator publicitário.
Eu vou continuar fazendo minha parte. E ainda vou dar um gás em novas formas de atividade. Espero que dê certo. Vocês vão saber. Espero que façam alguma coisa, também.
Não pus fotos nem depoimentos nem nada porque não vou explorar a miséria alheia. Se quiserem, tem jornais, YouTube, Internet e TV pra verem isso. Eu passo. Por pena. Da humanidade. Porque, quando vejo essas coisas, penso se o mundo ainda tem jeito.
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007
Já volto
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
Link novo
sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
A que ponto chegamos
quarta-feira, 24 de janeiro de 2007
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
Espaço publicitário
Cianureto. Todo problema tem um fim."
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
Ah, é?
-É, sim, mas não espalha. Não é nada mirabolante. Foi só pra destravar a criança.
Pois. Isso é bem verdade. Mas vai ter mais graça eu contar o que pode rolar daqui a uns dias. Enquanto não rolar, fiquem especulando. Isso me diverte deveras.

